Abrir uma fábrica de sorvetes é uma opção rentável para quem deseja empreender. Mas o quanto é possível lucrar com esse tipo de negócio e o que você precisa saber para ingressar na área?

Preparamos um guia completo para ajudá-lo a estabelecer uma sorveteria de sucesso, com baixo investimento e retorno em curto espaço de tempo. Confira o que você pode esperar ao empreender no setor!

Por que é relevante empreender nessa área?

Alguns tipos de negócio têm potencial de crescimento maior do que os outros. Por isso, tornam-se mais atraentes para quem deseja começar uma empresa.

A fabricação de sorvetes chama atenção porque novos produtos e sabores sempre atraem consumidores e frequentemente é observado picos de vendas no mercado, como aconteceu quando as paletas mexicanas se popularizaram no país.

Embora o brasileiro consuma, em média, menos sorvetes do que quem mora em outros países (4,7 litros, segundo a Abis), temos longos períodos com temperaturas elevadas. Nessas épocas é comum que o consumo suba e que o alimento seja mais procurado pelos clientes.

Não devemos, porém, ver o sorvete como um produto sazonal. Hoje, vender picolés e outros alimentos gelados no inverno é possível com inovações no cardápio e uma boa estratégia de marketing.

O que é preciso para começar o negócio?

Para entrar no mercado de sorvetes você precisará de treinamento e equipamentos de qualidade. Felizmente, quando se adquire máquinas junto a uma empresa de alta credibilidade, como a Finamac, todo o conhecimento de que precisa para criar receitas e produzir o alimento é repassado no momento da aquisição, mesmo que você só compre uma picoleteira.

Ao dar início à sua marca de sorvetes você precisará, acima de tudo, de um plano de negócios. É nele que você definirá os produtos serão comercializados, além de estabelecer a estratégia de venda e determinar os diferenciais do alimento produzido.

Essas informações são o bastante para que o empreendedor consiga estimar quais equipamentos deve adquirir inicialmente e de que tipo de espaço precisa para fabricar sorvetes, picolés, gelatos ou açaí.

Se tomarmos como exemplo a produção de picolés podemos ver o quão baixo é o investimento para ingressar no setor.

Fazer esse alimento exige que você adquira pelo menos um liquidificador, uma máquina para congelar, uma seladora e um desenformador para dar o banho de chocolate. No mercado, um empreendedor consegue adquirir kits com todos esses equipamentos ou cada um deles separadamente, sendo a primeira opção a que oferece preços mais competitivos.

Uma mini fábrica de picolés pode custar de R$25.000,00 a R$30.000,00, mas o produto oferece rentabilidade alta em comparação a outros empreendimentos. Afinal, é o próprio dono do negócio que determina a margem de lucro e a estratégia de comercialização e, dependendo do picolé que produz, dá para gastar tão pouco quanto R$0,40 em cada unidade.

Qual o investimento inicial?

Há duas formas de investir no mercado de sorvetes: criando uma fábrica ou uma combinação de fábrica e loja. A primeira exige adquirir apenas os equipamentos para preparar o alimento.

São necessários cerca de R$30.000,00 a R$50.000,00, dependendo da quantidade de litros que deseja produzir diariamente. Esse gasto diz respeito à compra de todo o maquinário para operar.

Todavia, estimar o valor a se investir em uma sorveteria é mais complexo, visto que cada região do país é possível observar grandes variações. Em áreas nas quais o aluguel do metro quadrado é menor, por exemplo, o empreendedor têm custos mais baixos para instalar sua fábrica de sorvetes.

A estratégia de venda também impacta bastante no investimento inicial. Quem começa comercializando somente para outros estabelecimentos, como fornecedor, precisa apenas de um espaço adequado e uma rede de distribuição para vender o alimento. Já quem escolhe montar a própria loja deve arcar com o custo de um ponto comercial, cujo preço varia dependendo da localização — sendo mais alto em shoppings do que nas ruas.

Não é preciso, no entanto, iniciar uma grande operação para ter a sua própria fábrica de sorvetes. Quem produz o alimento artesanalmente pode fazê-lo como uma segunda fonte de renda, direto de casa, nas horas vagas. Paletas mexicanas e picolés, por exemplo, podem ser vendidos utilizando as redes sociais.

Para estimar quanto custa entrar nesse mercado é importante determinar o que a sua empresa produzirá. Quem pretende fazer tanto picolés quanto sorvetes e açaí terá custos maiores do que o empreendedor que optar por trabalhar com apenas um desses produtos.

O produto, por sua vez, pode ser vendido de diversas maneiras diferentes, e a criatividade será importante para determinar o sucesso da marca e o custo-benefício que ela obtém na produção e distribuição do alimento.

Qual o custo de produção?

São os materiais utilizados na produção do sorvete que definirá o seu custo. Quem produz a própria polpa, utilizando frutas da estação, obtém um valor muito menor do que aqueles que utilizam polpas industrializadas.

A qualidade do sorvete também é diferente, o que significa que a fábrica pode cobrar valores mais elevados do que se adquirisse a polpa com terceiros. É possível produzir picolés gastando apenas R$0,40 por unidade seguindo esse modelo.

O que se pode esperar de lucro desse tipo de negócio?

Produtos artesanais podem trazer lucros de 200 a 500% para uma fábrica. Fazer sorvetes é um dos investimentos mais rápidos de se recuperar. Por isso vale tanto a pena abrir um negócio na área!

Ao vender um picolé 100% natural, que custou de R$0,40 a R$0,50 para o empreendedor, por R$2,00, obtém-se uma margem de lucro enorme.

Produzir itens ainda mais complexos, como paletas mexicanas, pode custar tão pouco quanto R$1,50 por unidade, e a fábrica consegue comercializá-los por cerca de R$12,00 por item.

Em cidades como São Paulo, vender 6000 picolés por dia nos fins de semana é comum. Considerando que um kit completo para produção do alimento faz pelo menos 1000 unidades por turno, o retorno do investimento é melhor que o obtido na aquisição de uma franquia ou ao investir em outras indústrias.

Qual a rentabilidade média de uma fábrica de sorvetes?

A rentabilidade média de uma fábrica de sorvetes varia conforme os produtos que ela disponibiliza.

Marcas que produzem alimentos dedicados ao mercado fitness, como os picolés e sorvetes sem lactose, ou aqueles que contêm proteínas, como o whey, podem cobrar um preço diferenciado e atingir um nicho que está disposto a pagar mais pelos produtos que consome.

Como é o dono do negócio que define o valor que cobra pelos seus produtos, um mesmo picolé pode oferecer 100% de lucro em uma cidade e 200% em outra. Isso depende da rentabilidade média da empresa.

É a diferenciação dos seus sorvetes em relação à concorrência que tem maior impacto nos resultados de uma fábrica de sorvetes. Quando um empresário está atento às tendências do mercado e aprende a considerar as necessidades do cliente ele fica bem mais próximo do sucesso.

Empreender é sempre um desafio, mas com as orientações certas e o apoio de profissionais experientes para ajudá-lo com os primeiros passos, fica mais fácil se estabelecer no mercado. Aqui no blog você confere dicas e aprende como se destacar com produtos de qualidade e sabor irresistíveis.

Quer montar uma fábrica de sorvetes? Fale agora mesmo com a Finamac e conheça os equipamentos e treinamentos que farão com que o negócio seja um sucesso!

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